sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Indubitavelmente



Somos um só

Indivisíveis, concretos e dependentes um do outro

Mesmo que virássemos pó

Do Pó seríamos o conjunto mais belo de Cinzas

Cinzas não de morte

Mas cinzas de um amor Flamejante

Amor que nos consumiu até o Pó

Mas no Pó continuamos a nos amar.

Feito Fênix a ressuscitar

Das cinzas, renascer

Como em outrora fizemos um ao outro renascer

A partir do momento que passamos a nos conhecer

Por mais que morramos milhares de vezes

Nunca morreremos de amar

Nunca morrerei de Te Amar

Por mais que a morte seja consumada conosco

Nunca ela consumará o nosso amor

Passe o tempo que passar

Lugares, nós estaremos a passar

Lugares, nós estaremos a conhecer

E Pessoas ver-nos-ão

Não como somos

Mas Como é o Amor Nosso

E Através da Subsistência daqueles

Que não nos interessam

Verão-nos sempre, em cada Tempo Distintos

Tentando Explicar o que sentimos um pelo outro

Tentando Explicar do que somos feitos

Tentando Explicar como pode Existir

Tal Sentimento Tão Forte, Belo E Puro

Totalmente Conspícuo!



Te Amo amor da minha vida!





André Diogo Página 1 22/8/2010

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