quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Muitas vezes


Muitas vezes sorri

Outras tantas chorei

Entre outras vivi





Derrepente eu amava

um amor inabalavél

derrepende acordei, simplesmente sonhava





Tanto chorei, tanto sofri

Outras vezes sonhei

Ainda prefiro sorrir





Entre flores e carros

Prefiro as flores

Entre as pessoas, sugiro os amores



Do amor sou simples servo

Dele me tornei grande escravo

Sem ele não sei o que faço

Vivo sonhando acordada.




sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Indubitavelmente



Somos um só

Indivisíveis, concretos e dependentes um do outro

Mesmo que virássemos pó

Do Pó seríamos o conjunto mais belo de Cinzas

Cinzas não de morte

Mas cinzas de um amor Flamejante

Amor que nos consumiu até o Pó

Mas no Pó continuamos a nos amar.

Feito Fênix a ressuscitar

Das cinzas, renascer

Como em outrora fizemos um ao outro renascer

A partir do momento que passamos a nos conhecer

Por mais que morramos milhares de vezes

Nunca morreremos de amar

Nunca morrerei de Te Amar

Por mais que a morte seja consumada conosco

Nunca ela consumará o nosso amor

Passe o tempo que passar

Lugares, nós estaremos a passar

Lugares, nós estaremos a conhecer

E Pessoas ver-nos-ão

Não como somos

Mas Como é o Amor Nosso

E Através da Subsistência daqueles

Que não nos interessam

Verão-nos sempre, em cada Tempo Distintos

Tentando Explicar o que sentimos um pelo outro

Tentando Explicar do que somos feitos

Tentando Explicar como pode Existir

Tal Sentimento Tão Forte, Belo E Puro

Totalmente Conspícuo!



Te Amo amor da minha vida!





André Diogo Página 1 22/8/2010